Família Biasetto

Família Biasetto

Da esquerda para direita, Gigio, Diego, Diogo, Thiago, Pedro Bala, Mariah More »

Romaria de Pirapora em 1976

Romaria de Pirapora em 1976

Da esquerda para direita vemos. Lúcio, Saudoso Donizete, Tota, Osvardinho, Gigio e Mauro. More »

 

Gigio formando linha de frente com 17 Muares

Os Tropeiros – Tropeada Globo Rural

Tropeada Glogo Rural

“Os Tropeiros”

Tropeada do Globo Rural onde Gigio Participou!

Globo Rural recriou uma jornada de tropeiros em uma série exibida de 16 de julho a 1º de outubro de 2006. No século XVIII, durante o ciclo do ouro, os tropeiros cumpriam o papel de levar mantimentos aos trabalhadores das minas em Ouro Preto e trazer as sacas com ouro para o Rio de Janeiro. O transporte era realizado no lombo de mulas, em marchas que duravam meses. 

Reportagem Globo Rural com o Gigio

 Reportagem Globo Rural

O programa “Globo Rural” que foi ao ar na manhã do dia 5 deste, trouxe uma das mais bem elaboradas reportagens sobre burros e mulas que já tivemos a oportunidade de assistir. Estendeu-se por quase uma hora, dissertando sobre a origem desses animais, o quanto eles são fortes e inteligentes e com enorme ênfase para o crescimento do contingente que hoje se dedica a sua criação, procurando o aperfeiçoamento da raça. Nossa surpresa maior foi quando o repórter Nelson Roberto Araújo entrevistou nosso conterrâneo José Maurício Franco, hoje proprietário da mula mais valiosa, mais charmosa e mais famosa do Brasil. Vejam, na íntegra, o segmento em que o andradense é citado:
O Charme dos muares
Cantar uma moda antiga, do tempo em que não se podia imaginar que burro e mula fossem destaque em concursos de marcha, vale mais que uma caminhonete zero.

Reportagem para o Site Informativo do Cavalo

REPORTAGEM PARA O INFORMATIVO CAVALO –

“SITE DA WEB”

Adriana Carvalho
Especial para o Inf. Cavalos

Já se faz bastante distante o tempo em que mulas serviam apenas para puxar carroças, carregar muito peso e conduzir peões encarregados do transporte de gado por tantas estradas. Atualmente, muitos desses animais recebem tratamento diferenciado, semelhante ao dos cavalos de competição. É que a mula também tem seu dia de glória e participa de provas em campeonatos de andamento. Em Bragança Paulista, o tropeiro Álvaro Aparecido Biazetto, o ‘Gigio’, é um dos principais comerciantes de animais e se declara apaixonado por mulas. “Elas são muito melhores do que os cavalos. São mais inteligentes, enxergam muito mais e a doma acontece mais rapidamente do que com outros animais”, explica.

Porque se da um nó na cauda dos muares antes de montar?

É um costume do século passado, quando muares eram largamente utilizados como principal meio de transporte nas longas viagens. Com o rabo amarrado, o animal não sujava o cavaleiro (ou amazonas), após passas em terrenos alagadiços, com lama.

Você sabe qual é a origem do nome jegue?

Jegue é a denominação dada aos pequenos jumentos nordestinos, também conhecidos como jericos. O nome Jegue surgiu da palavra “Jack”, em inglês. No século XIX, um grande numero de ingleses construindo ferrovias no nordeste chamavam estes animais por “jack” (jumento em inglês). Os nordestinos, demonstrando o tradicional jeitinho brasileiro, “traduziram” para jegue.

 

Sabe como é comemorado o dia do Trabalho em algumas cidades Nordestina?

Com a “Corrida do jegue”, uma grande festa com muita comida típica e música noite a dentro, sem hora de acabar. Tudo isto só para homenagear os maiores trabalhadores do nordeste, os jegues. Ao longo do dia, diversos páreos de corrida de jegues são disputados, até a escolha do grande campeão da festa.

Você sabe o significado do ato do muar rabejar (oscilar a cauda) durante um concurso de marcha?

É um indicativo de que o animal tem temperamento inquieto, ou está sentindo dor.

Come saber a idade de um Muar?

A idade dos muares é determinada com relativa precisão pelo exame da arcada dentária e dos próprios dentes. Entretanto, indícios externos num exame sumário permitem ao conhecedor do  assunto dizer logo se o muar é novo, de meia idade ou velho.

São indícios de velhice: pelos  brancos na cabeça; saleiras profundas; pregas persistentes nas bochechas; barras e ganachas  finas e cortantes; beiço caído; pequena ou nenhuma vivacidade.

Essa é Minha História cantada em Prosa e Verso!

“Quando eu era menino, engraxei sapato, vendi sorvete, pirulito com muita dedicação.
No Rancho do Muxiba, com 11 anos de idade eu ja estava na lida junto com o Natinho, Lau, Mário Chachá, Zézico Betordo, o velho Batista e com o Tio Bastião fui aprendendo a viver, cresci no meio dos peão.
Sempre aprendendo com eles a respeitar os mais velhos e tocando tropa e boiada na poeira do estradão.
No meio de tanta gente de opiniões diferentes, foi assim que aprendi oque é ser um peão.
Passei mêses com tropa na estrada, vendendo, breganhando e comprando.
Ja dormi embaixo de árvore, tomei chuva, comi poeira do chão.
Na escola que fui aluno não tinha telhado, meu professor foi as criação. O cutiano foi minha carteira, a espora o meu caderno, o laço foi a lousa e a caneta o abridão.